Aumenta o número de mulheres em cursos ligados ao agronegócio

Presença de alunas em escolas técnicas vem crescendo e elas se destacam não só nas aulas teóricas, mas também nas atividades práticas.

A Escola Técnica Astor de Mattos Carvalho, em Cabrália Paulista (SP), foi criada na década de 1960. Nas salas de aula, a presença masculina sempre foi significativa. Mas isso vem mudando.

As alunas se destacam não só nas aulas teóricas, mas também nas atividades práticas, seja no trabalho com as criações, seja nos laboratórios.

Lauana Santos de Lima tem 16 anos e diz que já ampliou muito o conhecimento e que pretende aplicar no sítio da família o que vem aprendendo no curso.

A escola oferece formação técnica em diversas áreas, como agropecuária, agroindústria e química. As aulas são em período integral. Os módulos são diluídos entre os três anos do ensino médio. Hoje, os alunos que se formam na etec sabem que esse é só o primeiro passo rumo a uma faculdade. Outro dado curioso é que os filhos de produtores não são maioria. Muitos alunos são de centros urbanos.

Pâmela Machado da Silva, 17 anos, está quase se formando e passou a entender a agricultura de outra maneira, como uma cadeia que envolve muitas pessoas e que exige muita dedicação e preparo para garantir uma boa produção.

A diretora da escola, Gláucia Rachel Castro, diz que hoje 42 meninas e 56 meninos cursam agropecuária e que logo elas serão maioria, obrigando as empresas a mudar também a preferência por homens na hora das contratações.

Fonte.: G1 –Sorocaba e Jundiaí

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