Crise? O agronegócio tem vida própria!

Mais de 80% dos municípios do Estado têm nesse segmento sua principal fonte de renda

Ele é responsável por aproximadamente 30% do Produto Interno Bruto (PIB) do Espírito Santo e por 33% dos empregos gerados na economia estadual. O agronegócio tem feito a diferença e, muitas vezes, “segurado a onda” da instabilidade econômica. Mais de 80% dos municípios do Estado têm nesse segmento sua principal fonte de renda.

Como disse o jornalista e crítico Arnaldo Jabour, “o agronegócio tem vida própria”. E tem mesmo. Em meio ao agravamento da crise hídrica e à retração econômica no Estado a que assistimos recentemente, os produtores rurais enfrentaram as dificuldades e mantiveram o abastecimento de alimentos no Espírito Santo.

As intervenções governamentais, focadas no ajuste fiscal e no cuidado com as pessoas, formaram a base para que a luta desses desbravadores pudesse render bons resultados.

Nesse sentido, à frente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), temos focado numa gestão voltada ao produtor rural, buscando desburocratizar e viabilizar a produção, sem deixar de lado a segurança alimentar e a proteção ambiental. É o tão famoso desenvolvimento sustentável, que permite conciliar dois aspectos tidos anteriormente como antagônicos: economia e preservação ambiental.

Os dois precisam caminhar juntos, visando sempre ao equilíbrio. E incrementados com o apoio da tecnologia, que pode permitir a oferta de serviços cada vez ágeis e de melhor qualidade.

Por isso, produtor e Estado precisam se unir no mesmo propósito. Os órgãos estaduais devem buscar sempre a flexibilização e simplificação dos procedimentos, tornando viável o agronegócio, sem flertar com a segurança alimentar e a proteção dos recursos naturais.

Por outro lado, a oferta de produtos e cada vez de mais qualidade potencializa as vendas e gera mais oportunidade e renda ao segmento, seja na indústria, no campo ou na agroindústria, fazendo com que esse processo seja cíclico e todos possam sair ganhando: mercado, governo, meio ambiente e sociedade. Cada qual com sua missão, mas em busca de um bem comum.

Fonte.: *José Maria de Abreu Junior, é  administrador de empresas, pós-graduado pela Ufes e diretor-presidente do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf). (Gazeta On Line)

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